Data centers no Brasil processam 60% das cargas digitais no exterior, apesar da matriz energética renovável e posição estratégica. A demanda por processamento de dados, impulsionada por inteligência artificial e computação em nuvem, exige ambiente regulatório competitivo.
Nossas sócias Ana Carolina Calil e Thays Gentil, e nossos associados Raphael Penteado, Eduarda Carmo e Yasmin Yazigi, analisam, em artigo publicado na MegaWhat, os marcos regulatórios do setor: ZPEs (benefícios fiscais para exportação) e Redata (regime flexível com 10% da capacidade ao mercado nacional), destacando desafios em transmissão de energia e harmonização regulatória.