A Agenda Regulatória da CVM consolida uma estratégia de modernização do mercado de capitais brasileiro, com foco em proporcionalidade regulatória, inovação tecnológica e ampliação do acesso ao financiamento direto.
Frentes como crowdfunding, regime FÁCIL, revisão da Resolução 160, Projeto 135 “light” e atualização do regime dos FIPs compõem uma arquitetura regulatória integrada, na qual a tokenização assume papel estruturante, como instrumento de eficiência, padronização e redução de custos.
Nosso sócio Frederico Calmon e o associado Gabriel Barenco analisam, em artigo publicado no Capital Aberto, como as iniciativas de 2025 se conectam à Agenda Regulatória de 2026 e apontam para um modelo regulatório proporcional ao porte dos emissores, à complexidade das operações e ao perfil do investidor.