A transição energética e o avanço das fontes renováveis exigem novas soluções de armazenamento de energia. Nesse cenário, as Usinas Hidrelétricas Reversíveis (UHRs) se destacam. Uma alternativa promissora no Brasil é o reaproveitamento de cavas de mineração exauridas, transformando passivos minerários em ativos estratégicos para o setor elétrico.
Em artigo publicado no portal JOTA, as sócias Ana Carolina Calil e Paula Azevedo, e as associadas Fabiane Sousa e Fernanda Silva, analisam o tema. As especialistas abordam o atual cenário regulatório e os desafios jurídicos, explicando como as UHRs podem aliar a infraestrutura de geração elétrica ao plano de fechamento de minas, impulsionando a reindustrialização verde.