Enquanto a China avança com uma estratégia que combina investimentos, infraestrutura, política industrial e regulação para impulsionar a inteligência artificial, o Brasil discute os caminhos para desenvolver seu próprio modelo de governança e inovação em IA.
Em artigo publicado pela Época Negócios, nossos sócios Luiz Di Sessa e Tania Liberman, ao lado do advogado Pedro Guerra, analisam as lições que o plano chinês pode oferecer ao Brasil. A publicação aborda como diferentes modelos regulatórios buscam equilibrar inovação, segurança e proteção de direitos, além de destacar temas como transparência, identificação de conteúdos gerados por IA, proteção de grupos vulneráveis e os desafios para a construção de um ambiente de negócios mais previsível e seguro no desenvolvimento da inteligência artificial.
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